quinta-feira, 4 de maio de 2017
terça-feira, 18 de abril de 2017
domingo, 16 de abril de 2017
A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Por mais de dois séculos o capitalismo comercial dominou as relações internacionais.
O comércio internacional, a exploração das colônias tropicais na América, o comércio de escravos africanos e a exploração colonial na Ásia foram, por longo tempo, a melhor fórmula para acumulação de capital e enriquecimento das nações europeias.
Com a revolução tecnológica e da organização do trabalho estabelecidas pela Revolução Industrial, abriu-se um outro caminho para o enriquecimento das nações: a produção fabril, o livre comércio (concorrência), o investimento em tecnologia e a ampliação do mercado mundial. Eram estes os elementos que se tornaram indispensáveis à busca de lucratividade. Então, o lucro não provinha apenas do intercâmbio comercial mas, principalmente, da atividade produtiva.
A Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra na segunda metade do século XVIII e que se alastrou pelos outros países europeus no século XIX, teve como base a invenção da máquina a vapor movida pelo carvão mineral.
Com a utilização da máquina a vapor na produção de mercadorias e da maior divisão do trabalho, própria do sistema fabril, onde cada trabalhador realiza uma etapa mínima da produção, passou-se a produzir em larga escala. As antigas formas de produção artesanal e manufatureira foram praticamente abandonadas.
Ampliar a capacidade produtiva através da produção industrial significava também ampliar o mercado para os seus produtos e conquistar novas áreas para o fornecimento de matérias-primas.
A Revolução Industria elevou ainda mais o grau de interdependência entre as nações. Além da ampliar a divisão do trabalho dentro de cada unidade de produção (a fábrica), estabeleceu uma divisão internacional do trabalho ente as novas potências econômicas (fornecedoras de produtos industrializados) e as regiões dependentes especializadas na produção de matérias-primas agrícolas e minerais.
O capitalismo industrial foi marcado pela forte presença europeias na África e na Ásia, dominando os povos autóctones, explorando os recursos naturais, retirando os produtos agrícolas e conquistando o mercado de consumo para produtos fabricados nas industrias europeias.
A partir da Revolução Industrial muitas fábricas foram construídas e, em consequência, aumentou a interferência humana na natureza, através, por exemplo, da abertura de minas de carvão, da extração de minérios em larga escala e do lançamento de poluentes no ar atmosférico.
As primeiras fábricas, precisando de muita gente para trabalhar. levaram milhares de trabalhadores do campo para as cidades, onde se concentravam as fábricas, que começaram a crescer rapidamente, causando outras formas de poluição, com mais acúmulo de lixo, como a poluição dos rios pelos esgotos, que eram a céu aberto.
As condições de vida dos moradores das cidades nas primeiras décadas da Revolução Industrial eram péssimas. A expectativa de vida nas principais cidades industriais (Manchester e Birmingham na Inglaterra) era em torno de 30 anos, no início do século XIX.
Os operários eram submetidos a jornadas de trabalho que ultrapassavam 14 horas diárias, os salários eram baixíssimos e não havia assistência médica. Era grande o número de mulheres e crianças que trabalhavam até o esgotamento de suas forças.
Devido a essas condições, em todos os países do globo onde a atividade industrial havia se desenvolvido, surgiram organizações de trabalhadores das indústrias (fábricas) –, os sindicatos. Através dos sindicatos os operários, unidos e consequentemente mais fortes, reivindicavam seus direitos e iam aos poucos conseguindo alterar as relações de trabalho, trazendo melhorias à classe operária.
O comércio internacional, a exploração das colônias tropicais na América, o comércio de escravos africanos e a exploração colonial na Ásia foram, por longo tempo, a melhor fórmula para acumulação de capital e enriquecimento das nações europeias.
Com a revolução tecnológica e da organização do trabalho estabelecidas pela Revolução Industrial, abriu-se um outro caminho para o enriquecimento das nações: a produção fabril, o livre comércio (concorrência), o investimento em tecnologia e a ampliação do mercado mundial. Eram estes os elementos que se tornaram indispensáveis à busca de lucratividade. Então, o lucro não provinha apenas do intercâmbio comercial mas, principalmente, da atividade produtiva.
A Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra na segunda metade do século XVIII e que se alastrou pelos outros países europeus no século XIX, teve como base a invenção da máquina a vapor movida pelo carvão mineral.
Com a utilização da máquina a vapor na produção de mercadorias e da maior divisão do trabalho, própria do sistema fabril, onde cada trabalhador realiza uma etapa mínima da produção, passou-se a produzir em larga escala. As antigas formas de produção artesanal e manufatureira foram praticamente abandonadas.
Ampliar a capacidade produtiva através da produção industrial significava também ampliar o mercado para os seus produtos e conquistar novas áreas para o fornecimento de matérias-primas.
A Revolução Industria elevou ainda mais o grau de interdependência entre as nações. Além da ampliar a divisão do trabalho dentro de cada unidade de produção (a fábrica), estabeleceu uma divisão internacional do trabalho ente as novas potências econômicas (fornecedoras de produtos industrializados) e as regiões dependentes especializadas na produção de matérias-primas agrícolas e minerais.
O capitalismo industrial foi marcado pela forte presença europeias na África e na Ásia, dominando os povos autóctones, explorando os recursos naturais, retirando os produtos agrícolas e conquistando o mercado de consumo para produtos fabricados nas industrias europeias.
A partir da Revolução Industrial muitas fábricas foram construídas e, em consequência, aumentou a interferência humana na natureza, através, por exemplo, da abertura de minas de carvão, da extração de minérios em larga escala e do lançamento de poluentes no ar atmosférico.
As primeiras fábricas, precisando de muita gente para trabalhar. levaram milhares de trabalhadores do campo para as cidades, onde se concentravam as fábricas, que começaram a crescer rapidamente, causando outras formas de poluição, com mais acúmulo de lixo, como a poluição dos rios pelos esgotos, que eram a céu aberto.
As condições de vida dos moradores das cidades nas primeiras décadas da Revolução Industrial eram péssimas. A expectativa de vida nas principais cidades industriais (Manchester e Birmingham na Inglaterra) era em torno de 30 anos, no início do século XIX.
Os operários eram submetidos a jornadas de trabalho que ultrapassavam 14 horas diárias, os salários eram baixíssimos e não havia assistência médica. Era grande o número de mulheres e crianças que trabalhavam até o esgotamento de suas forças.
Devido a essas condições, em todos os países do globo onde a atividade industrial havia se desenvolvido, surgiram organizações de trabalhadores das indústrias (fábricas) –, os sindicatos. Através dos sindicatos os operários, unidos e consequentemente mais fortes, reivindicavam seus direitos e iam aos poucos conseguindo alterar as relações de trabalho, trazendo melhorias à classe operária.
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO - OS SISTEMAS SÓCIOECONÔMICOS
1. QUE FATOR DETERMINA A DIVISÃO EM CLASSES SOCIAIS EM UMA SOCIEDADE?
Resp.: O fator que determina a divisão em classes sociais é a forma como se apropriam dos meios de produção.
2. NA ECONOMIA DE MERCADO COMO OS CAPITALISTAS TOMAM AS PRINCIPAIS DECISÕES?
Resp.: Na economia de mercado os capitalistas tomam as decisões observando a tendência do mercado e a Lei da Oferta e da procura.
3. POR QUE NO SISTEMA SOCIALISTA NÃO HAVIA MERCADO DE CAPITAIS?
4. CITE E JUSTIFIQUE AS CLASSES SOCIAIS DO SISTEMA CAPITALISTA?
Qualquer país apresenta como principais classes sociais, a burguesia e a proletária. a burguesia é representada pelos capitalistas, donos dos meios de produção e a proletária é representada por aqueles que não possuindo meios de produção, tem que vender sua força de trabalho em troca de um salário.
5. DIGA, O QUE SÃO OS MEIOS DE DE PRODUÇÃO E CITE ALGUNS DELES.
Os meios de produção é todo equipamento que serve para a geração de mais capital, através da transformação de matéria-prima. Bancos, fazendas, inústrias, etc.
6. EXPLIQUE O QUE É O CAPITALISMO E SOCIALISMO.
O capitalismo e o socialismo são sistemas sócioeconômicos, que servem para estruturar a sociedade e a economia da maioria dos países do globo terrestre.
7. QUAIS AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO CAPITALISMO?
O capitalismo apresenta como principais características - uma economia de mercado e uma sociedade dividida em classes sociais.
8. QUAL FOI O PRIMEIRO PAÍS A ADOTAR O SISTEMA SOCIALISTA COMO SISTEMA SÓCIO-ECONÔMICO E QUANDO ISSO ACONTECEU?
O primeiro país a adotar o socialismo foi a Rússia em 1917.
9. NO CAPITALISMO QUAL O OBJETIVO PRINCIPAL DO SISTEMA PRODUTIVO?
No capitalismo o sistema produtivo tem como principal objetivo o lucro.
10. DÊ AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA SOCIALISTA?
O socialismo tinha como características principais uma economia planificada e uma sociedade, teoricamente, sem classes sociais.
Resp.: O fator que determina a divisão em classes sociais é a forma como se apropriam dos meios de produção.
2. NA ECONOMIA DE MERCADO COMO OS CAPITALISTAS TOMAM AS PRINCIPAIS DECISÕES?
Resp.: Na economia de mercado os capitalistas tomam as decisões observando a tendência do mercado e a Lei da Oferta e da procura.
3. POR QUE NO SISTEMA SOCIALISTA NÃO HAVIA MERCADO DE CAPITAIS?
4. CITE E JUSTIFIQUE AS CLASSES SOCIAIS DO SISTEMA CAPITALISTA?
Qualquer país apresenta como principais classes sociais, a burguesia e a proletária. a burguesia é representada pelos capitalistas, donos dos meios de produção e a proletária é representada por aqueles que não possuindo meios de produção, tem que vender sua força de trabalho em troca de um salário.
5. DIGA, O QUE SÃO OS MEIOS DE DE PRODUÇÃO E CITE ALGUNS DELES.
Os meios de produção é todo equipamento que serve para a geração de mais capital, através da transformação de matéria-prima. Bancos, fazendas, inústrias, etc.
6. EXPLIQUE O QUE É O CAPITALISMO E SOCIALISMO.
O capitalismo e o socialismo são sistemas sócioeconômicos, que servem para estruturar a sociedade e a economia da maioria dos países do globo terrestre.
7. QUAIS AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO CAPITALISMO?
O capitalismo apresenta como principais características - uma economia de mercado e uma sociedade dividida em classes sociais.
8. QUAL FOI O PRIMEIRO PAÍS A ADOTAR O SISTEMA SOCIALISTA COMO SISTEMA SÓCIO-ECONÔMICO E QUANDO ISSO ACONTECEU?
O primeiro país a adotar o socialismo foi a Rússia em 1917.
9. NO CAPITALISMO QUAL O OBJETIVO PRINCIPAL DO SISTEMA PRODUTIVO?
No capitalismo o sistema produtivo tem como principal objetivo o lucro.
10. DÊ AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA SOCIALISTA?
O socialismo tinha como características principais uma economia planificada e uma sociedade, teoricamente, sem classes sociais.
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO - A SOCIEDADE
1. Que utilidades tem as normas e as regras entre os indivíduos?
2. Qual o papel dos meios de comunicação na sociedade?
3. Que nome se dá ao conjunto de normas e regras da sociedade brasileira?
4. Diga, o que você entende por sociedade?
5. Quais são os meios de comunicação que você conhece?
6. A cultura é formada por quais elementos?
2. Qual o papel dos meios de comunicação na sociedade?
3. Que nome se dá ao conjunto de normas e regras da sociedade brasileira?
4. Diga, o que você entende por sociedade?
5. Quais são os meios de comunicação que você conhece?
6. A cultura é formada por quais elementos?
quinta-feira, 6 de abril de 2017
quarta-feira, 5 de abril de 2017
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