Por mais de dois séculos o capitalismo comercial dominou as relações internacionais.
O comércio internacional, a exploração das colônias tropicais na América, o comércio de escravos africanos e a exploração colonial na Ásia foram, por longo tempo, a melhor fórmula para acumulação de capital e enriquecimento das nações europeias.
Com a revolução tecnológica e da organização do trabalho estabelecidas pela Revolução Industrial, abriu-se um outro caminho para o enriquecimento das nações: a produção fabril, o livre comércio (concorrência), o investimento em tecnologia e a ampliação do mercado mundial. Eram estes os elementos que se tornaram indispensáveis à busca de lucratividade. Então, o lucro não provinha apenas do intercâmbio comercial mas, principalmente, da atividade produtiva.
A Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra na segunda metade do século XVIII e que se alastrou pelos outros países europeus no século XIX, teve como base a invenção da máquina a vapor movida pelo carvão mineral.
Com a utilização da máquina a vapor na produção de mercadorias e da maior divisão do trabalho, própria do sistema fabril, onde cada trabalhador realiza uma etapa mínima da produção, passou-se a produzir em larga escala. As antigas formas de produção artesanal e manufatureira foram praticamente abandonadas.
Ampliar a capacidade produtiva através da produção industrial significava também ampliar o mercado para os seus produtos e conquistar novas áreas para o fornecimento de matérias-primas.
A Revolução Industria elevou ainda mais o grau de interdependência entre as nações. Além da ampliar a divisão do trabalho dentro de cada unidade de produção (a fábrica), estabeleceu uma divisão internacional do trabalho ente as novas potências econômicas (fornecedoras de produtos industrializados) e as regiões dependentes especializadas na produção de matérias-primas agrícolas e minerais.
O capitalismo industrial foi marcado pela forte presença europeias na África e na Ásia, dominando os povos autóctones, explorando os recursos naturais, retirando os produtos agrícolas e conquistando o mercado de consumo para produtos fabricados nas industrias europeias.
A partir da Revolução Industrial muitas fábricas foram construídas e, em consequência, aumentou a interferência humana na natureza, através, por exemplo, da abertura de minas de carvão, da extração de minérios em larga escala e do lançamento de poluentes no ar atmosférico.
As primeiras fábricas, precisando de muita gente para trabalhar. levaram milhares de trabalhadores do campo para as cidades, onde se concentravam as fábricas, que começaram a crescer rapidamente, causando outras formas de poluição, com mais acúmulo de lixo, como a poluição dos rios pelos esgotos, que eram a céu aberto.
As condições de vida dos moradores das cidades nas primeiras décadas da Revolução Industrial eram péssimas. A expectativa de vida nas principais cidades industriais (Manchester e Birmingham na Inglaterra) era em torno de 30 anos, no início do século XIX.
Os operários eram submetidos a jornadas de trabalho que ultrapassavam 14 horas diárias, os salários eram baixíssimos e não havia assistência médica. Era grande o número de mulheres e crianças que trabalhavam até o esgotamento de suas forças.
Devido a essas condições, em todos os países do globo onde a atividade industrial havia se desenvolvido, surgiram organizações de trabalhadores das indústrias (fábricas) –, os sindicatos. Através dos sindicatos os operários, unidos e consequentemente mais fortes, reivindicavam seus direitos e iam aos poucos conseguindo alterar as relações de trabalho, trazendo melhorias à classe operária.
domingo, 1 de abril de 2018
A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Por mais de dois séculos o capitalismo comercial dominou as relações internacionais.
O comércio internacional, a exploração das colônias tropicais na América, o comércio de escravos africanos e a exploração colonial na Ásia foram, por longo tempo, a melhor fórmula para acumulação de capital e enriquecimento das nações europeias.
Com a revolução tecnológica e da organização do trabalho estabelecidas pela Revolução Industrial, abriu-se um outro caminho para o enriquecimento das nações: a produção fabril, o livre comércio (concorrência), o investimento em tecnologia e a ampliação do mercado mundial. Eram estes os elementos que se tornaram indispensáveis à busca de lucratividade. Então, o lucro não provinha apenas do intercâmbio comercial mas, principalmente, da atividade produtiva.
A Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra na segunda metade do século XVIII e que se alastrou pelos outros países europeus no século XIX, teve como base a invenção da máquina a vapor movida pelo carvão mineral.
Com a utilização da máquina a vapor na produção de mercadorias e da maior divisão do trabalho, própria do sistema fabril, onde cada trabalhador realiza uma etapa mínima da produção, passou-se a produzir em larga escala. As antigas formas de produção artesanal e manufatureira foram praticamente abandonadas.
Ampliar a capacidade produtiva através da produção industrial significava também ampliar o mercado para os seus produtos e conquistar novas áreas para o fornecimento de matérias-primas.
A Revolução Industria elevou ainda mais o grau de interdependência entre as nações. Além da ampliar a divisão do trabalho dentro de cada unidade de produção (a fábrica), estabeleceu uma divisão internacional do trabalho ente as novas potências econômicas (fornecedoras de produtos industrializados) e as regiões dependentes especializadas na produção de matérias-primas agrícolas e minerais.
O capitalismo industrial foi marcado pela forte presença europeias na África e na Ásia, dominando os povos autóctones, explorando os recursos naturais, retirando os produtos agrícolas e conquistando o mercado de consumo para produtos fabricados nas industrias europeias.
A partir da Revolução Industrial muitas fábricas foram construídas e, em consequência, aumentou a interferência humana na natureza, através, por exemplo, da abertura de minas de carvão, da extração de minérios em larga escala e do lançamento de poluentes no ar atmosférico.
As primeiras fábricas, precisando de muita gente para trabalhar. levaram milhares de trabalhadores do campo para as cidades, onde se concentravam as fábricas, que começaram a crescer rapidamente, causando outras formas de poluição, com mais acúmulo de lixo, como a poluição dos rios pelos esgotos, que eram a céu aberto.
As condições de vida dos moradores das cidades nas primeiras décadas da Revolução Industrial eram péssimas. A expectativa de vida nas principais cidades industriais (Manchester e Birmingham na Inglaterra) era em torno de 30 anos, no início do século XIX.
Os operários eram submetidos a jornadas de trabalho que ultrapassavam 14 horas diárias, os salários eram baixíssimos e não havia assistência médica. Era grande o número de mulheres e crianças que trabalhavam até o esgotamento de suas forças.
Devido a essas condições, em todos os países do globo onde a atividade industrial havia se desenvolvido, surgiram organizações de trabalhadores das indústrias (fábricas) –, os sindicatos. Através dos sindicatos os operários, unidos e consequentemente mais fortes, reivindicavam seus direitos e iam aos poucos conseguindo alterar as relações de trabalho, trazendo melhorias à classe operária.
O comércio internacional, a exploração das colônias tropicais na América, o comércio de escravos africanos e a exploração colonial na Ásia foram, por longo tempo, a melhor fórmula para acumulação de capital e enriquecimento das nações europeias.
Com a revolução tecnológica e da organização do trabalho estabelecidas pela Revolução Industrial, abriu-se um outro caminho para o enriquecimento das nações: a produção fabril, o livre comércio (concorrência), o investimento em tecnologia e a ampliação do mercado mundial. Eram estes os elementos que se tornaram indispensáveis à busca de lucratividade. Então, o lucro não provinha apenas do intercâmbio comercial mas, principalmente, da atividade produtiva.
A Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra na segunda metade do século XVIII e que se alastrou pelos outros países europeus no século XIX, teve como base a invenção da máquina a vapor movida pelo carvão mineral.
Com a utilização da máquina a vapor na produção de mercadorias e da maior divisão do trabalho, própria do sistema fabril, onde cada trabalhador realiza uma etapa mínima da produção, passou-se a produzir em larga escala. As antigas formas de produção artesanal e manufatureira foram praticamente abandonadas.
Ampliar a capacidade produtiva através da produção industrial significava também ampliar o mercado para os seus produtos e conquistar novas áreas para o fornecimento de matérias-primas.
A Revolução Industria elevou ainda mais o grau de interdependência entre as nações. Além da ampliar a divisão do trabalho dentro de cada unidade de produção (a fábrica), estabeleceu uma divisão internacional do trabalho ente as novas potências econômicas (fornecedoras de produtos industrializados) e as regiões dependentes especializadas na produção de matérias-primas agrícolas e minerais.
O capitalismo industrial foi marcado pela forte presença europeias na África e na Ásia, dominando os povos autóctones, explorando os recursos naturais, retirando os produtos agrícolas e conquistando o mercado de consumo para produtos fabricados nas industrias europeias.
A partir da Revolução Industrial muitas fábricas foram construídas e, em consequência, aumentou a interferência humana na natureza, através, por exemplo, da abertura de minas de carvão, da extração de minérios em larga escala e do lançamento de poluentes no ar atmosférico.
As primeiras fábricas, precisando de muita gente para trabalhar. levaram milhares de trabalhadores do campo para as cidades, onde se concentravam as fábricas, que começaram a crescer rapidamente, causando outras formas de poluição, com mais acúmulo de lixo, como a poluição dos rios pelos esgotos, que eram a céu aberto.
As condições de vida dos moradores das cidades nas primeiras décadas da Revolução Industrial eram péssimas. A expectativa de vida nas principais cidades industriais (Manchester e Birmingham na Inglaterra) era em torno de 30 anos, no início do século XIX.
Os operários eram submetidos a jornadas de trabalho que ultrapassavam 14 horas diárias, os salários eram baixíssimos e não havia assistência médica. Era grande o número de mulheres e crianças que trabalhavam até o esgotamento de suas forças.
Devido a essas condições, em todos os países do globo onde a atividade industrial havia se desenvolvido, surgiram organizações de trabalhadores das indústrias (fábricas) –, os sindicatos. Através dos sindicatos os operários, unidos e consequentemente mais fortes, reivindicavam seus direitos e iam aos poucos conseguindo alterar as relações de trabalho, trazendo melhorias à classe operária.
A REGIONALIZAÇÃO DO ESPAÇO MUNDIAL
O espaço mundial pode ser dividido e classificado com o uso de vários critérios, portanto, visto sob perspectivas diferentes. Interpretá-lo depende da escolha de caminhos e modelos de análise adequados e que possam servir de orientação de acordo com o propósito que pretendemos atingir.
As formas como são consideradas as diferentes escalas geográficas é problematizada recorrendo-se à leitura, interpretação e comparação de mapas distintos, demonstrando-se como opções de regionalização do espaço mundial não devem ser vistas como certas ou erradas, mas de acordo com a sua intencionalidade, pois atendem a interesses específicos, assim como quanto à sua parcialidade, já que são produzidas para atender a determinados fins.
O espaço geográfico é um espaço diferenciado em virtude, principalmente, da variedade de elementos da natureza (clima, relevo, solo, vegetação etc.) e das sociedades (produção de riquezas, culturas etc.). Regionalizá-lo, portanto, significa dividi-lo em regiões ou grupos de países, levando em conta as diferenças e semelhanças das diversas áreas, baseando-se, para tanto e principalmente, nas variedades paisagísticas naturais ou na organização socioeconômica.
Os espaços geográficos grandes ou pequenos podem ser regionalizados, como é o caso de um bairro (dividindo-o em áreas residenciais, industriais e comerciais) ou, ainda, do mundo inteiro (identificando, por exemplo, regiões desenvolvidas e subdesenvolvidas).
Os países do mundo podem ser classificados e agrupados em função de sua renda nacional per capita, como de fato acontece, por exemplo, segundo os critérios adotados pelo Banco Mundial. Isso resulta em um tipo de regionalização em que, principalmente nas estatísticas, são representadas as economias classificadas como “baixa renda” e “média renda” – comumente denominadas de “países em desenvolvimento. Esse grupo inclui 152 países com culturas e níveis de desenvolvimento muito diferentes, compreendendo cerca de 73% das economias do mundo. Muito embora existam debates sobre a adequação do termo “países em desenvolvimento” e fortes críticas com a relação à adoção do PNB per capita e também do PIB per capita, como únicos indiciadores de desenvolvimento, a classificação do Banco Mundial é largamente empregada para propósitos operacionais e analíticos, dada sua simplicidade e aparente consistência.
Nos dias atuais, talvez a regionalização mais importante seja a que inclui a famosa divisão “Norte/Sul, que expressa uma das formas mais conhecidas de ver a distribuição de riqueza do planeta a partir do processo de concentração de renda que se estabelece ao longo do processo histórico e que se cristalizou a partir da segunda metade do século XX.
As formas como são consideradas as diferentes escalas geográficas é problematizada recorrendo-se à leitura, interpretação e comparação de mapas distintos, demonstrando-se como opções de regionalização do espaço mundial não devem ser vistas como certas ou erradas, mas de acordo com a sua intencionalidade, pois atendem a interesses específicos, assim como quanto à sua parcialidade, já que são produzidas para atender a determinados fins.
O espaço geográfico é um espaço diferenciado em virtude, principalmente, da variedade de elementos da natureza (clima, relevo, solo, vegetação etc.) e das sociedades (produção de riquezas, culturas etc.). Regionalizá-lo, portanto, significa dividi-lo em regiões ou grupos de países, levando em conta as diferenças e semelhanças das diversas áreas, baseando-se, para tanto e principalmente, nas variedades paisagísticas naturais ou na organização socioeconômica.
Os espaços geográficos grandes ou pequenos podem ser regionalizados, como é o caso de um bairro (dividindo-o em áreas residenciais, industriais e comerciais) ou, ainda, do mundo inteiro (identificando, por exemplo, regiões desenvolvidas e subdesenvolvidas).
Os países do mundo podem ser classificados e agrupados em função de sua renda nacional per capita, como de fato acontece, por exemplo, segundo os critérios adotados pelo Banco Mundial. Isso resulta em um tipo de regionalização em que, principalmente nas estatísticas, são representadas as economias classificadas como “baixa renda” e “média renda” – comumente denominadas de “países em desenvolvimento. Esse grupo inclui 152 países com culturas e níveis de desenvolvimento muito diferentes, compreendendo cerca de 73% das economias do mundo. Muito embora existam debates sobre a adequação do termo “países em desenvolvimento” e fortes críticas com a relação à adoção do PNB per capita e também do PIB per capita, como únicos indiciadores de desenvolvimento, a classificação do Banco Mundial é largamente empregada para propósitos operacionais e analíticos, dada sua simplicidade e aparente consistência.
Nos dias atuais, talvez a regionalização mais importante seja a que inclui a famosa divisão “Norte/Sul, que expressa uma das formas mais conhecidas de ver a distribuição de riqueza do planeta a partir do processo de concentração de renda que se estabelece ao longo do processo histórico e que se cristalizou a partir da segunda metade do século XX.
A REGIONALIZAÇÃO DO ESPAÇO MUNDIAL
O espaço mundial pode ser dividido e classificado com o uso de vários critérios, portanto, visto sob perspectivas diferentes. Interpretá-lo depende da escolha de caminhos e modelos de análise adequados e que possam servir de orientação de acordo com o propósito que pretendemos atingir.
As formas como são consideradas as diferentes escalas geográficas é problematizada recorrendo-se à leitura, interpretação e comparação de mapas distintos, demonstrando-se como opções de regionalização do espaço mundial não devem ser vistas como certas ou erradas, mas de acordo com a sua intencionalidade, pois atendem a interesses específicos, assim como quanto à sua parcialidade, já que são produzidas para atender a determinados fins.
O espaço geográfico é um espaço diferenciado em virtude, principalmente, da variedade de elementos da natureza (clima, relevo, solo, vegetação etc.) e das sociedades (produção de riquezas, culturas etc.). Regionalizá-lo, portanto, significa dividi-lo em regiões ou grupos de países, levando em conta as diferenças e semelhanças das diversas áreas, baseando-se, para tanto e principalmente, nas variedades paisagísticas naturais ou na organização socioeconômica.
Os espaços geográficos grandes ou pequenos podem ser regionalizados, como é o caso de um bairro (dividindo-o em áreas residenciais, industriais e comerciais) ou, ainda, do mundo inteiro (identificando, por exemplo, regiões desenvolvidas e subdesenvolvidas).
Os países do mundo podem ser classificados e agrupados em função de sua renda nacional per capita, como de fato acontece, por exemplo, segundo os critérios adotados pelo Banco Mundial. Isso resulta em um tipo de regionalização em que, principalmente nas estatísticas, são representadas as economias classificadas como “baixa renda” e “média renda” – comumente denominadas de “países em desenvolvimento. Esse grupo inclui 152 países com culturas e níveis de desenvolvimento muito diferentes, compreendendo cerca de 73% das economias do mundo. Muito embora existam debates sobre a adequação do termo “países em desenvolvimento” e fortes críticas com a relação à adoção do PNB per capita e também do PIB per capita, como únicos indiciadores de desenvolvimento, a classificação do Banco Mundial é largamente empregada para propósitos operacionais e analíticos, dada sua simplicidade e aparente consistência.
Nos dias atuais, talvez a regionalização mais importante seja a que inclui a famosa divisão “Norte/Sul, que expressa uma das formas mais conhecidas de ver a distribuição de riqueza do planeta a partir do processo de concentração de renda que se estabelece ao longo do processo histórico e que se cristalizou a partir da segunda metade do século XX.
As formas como são consideradas as diferentes escalas geográficas é problematizada recorrendo-se à leitura, interpretação e comparação de mapas distintos, demonstrando-se como opções de regionalização do espaço mundial não devem ser vistas como certas ou erradas, mas de acordo com a sua intencionalidade, pois atendem a interesses específicos, assim como quanto à sua parcialidade, já que são produzidas para atender a determinados fins.
O espaço geográfico é um espaço diferenciado em virtude, principalmente, da variedade de elementos da natureza (clima, relevo, solo, vegetação etc.) e das sociedades (produção de riquezas, culturas etc.). Regionalizá-lo, portanto, significa dividi-lo em regiões ou grupos de países, levando em conta as diferenças e semelhanças das diversas áreas, baseando-se, para tanto e principalmente, nas variedades paisagísticas naturais ou na organização socioeconômica.
Os espaços geográficos grandes ou pequenos podem ser regionalizados, como é o caso de um bairro (dividindo-o em áreas residenciais, industriais e comerciais) ou, ainda, do mundo inteiro (identificando, por exemplo, regiões desenvolvidas e subdesenvolvidas).
Os países do mundo podem ser classificados e agrupados em função de sua renda nacional per capita, como de fato acontece, por exemplo, segundo os critérios adotados pelo Banco Mundial. Isso resulta em um tipo de regionalização em que, principalmente nas estatísticas, são representadas as economias classificadas como “baixa renda” e “média renda” – comumente denominadas de “países em desenvolvimento. Esse grupo inclui 152 países com culturas e níveis de desenvolvimento muito diferentes, compreendendo cerca de 73% das economias do mundo. Muito embora existam debates sobre a adequação do termo “países em desenvolvimento” e fortes críticas com a relação à adoção do PNB per capita e também do PIB per capita, como únicos indiciadores de desenvolvimento, a classificação do Banco Mundial é largamente empregada para propósitos operacionais e analíticos, dada sua simplicidade e aparente consistência.
Nos dias atuais, talvez a regionalização mais importante seja a que inclui a famosa divisão “Norte/Sul, que expressa uma das formas mais conhecidas de ver a distribuição de riqueza do planeta a partir do processo de concentração de renda que se estabelece ao longo do processo histórico e que se cristalizou a partir da segunda metade do século XX.
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