terça-feira, 2 de outubro de 2018
A URBANIZAÇÃO BRASILEIRA
Dizemos que uma sociedade está se urbanizando quando o crescimento da população urbana é maior do que o da população rural.
A urbanização, portanto, corresponde ao processo demográfico caracterizado pela concentração da população nas cidades e não deve ser confundida com o aumento da área das cidades (crescimento urbano).
As taxas de urbanização são diferentes em cada espaço geográfico, como nas Grandes Regiões do Brasil ou nas unidades da federação.
A urbanização é um acontecimento mundial. Entretanto, ela não ocorre em todos os países na mesma época nem com a mesma velocidade. Aqueles que iniciaram a industrialização nos séculos XVIII e XIX se urbanizaram antes dos que se industrializaram posteriormente, como o Brasil.
Em 1951, no Reino Unido, primeiro país a realizar a Revolução Industrial, 80% da população vive em cidades, e no Brasil, país de industrialização tardia, apenas 36% vivia em cidades em 1950.
Somente a partir das décadas de 1950 e 1960, a população urbana cresceu de forma acelerada no Brasil. Isso ocorreu, principalmente, em virtude da maior industrialização da região Sudeste e do êxodo rural. Esse processo adquiriu grande impulso a partir de 1970, quando a população urbana (56%) ultrapassou a rural (44%) no país. Nas décadas seguintes, o Brasil continuou a se urbanizar muito rapidamente.
Vários foram os motivos que levaram a urbanização brasileira. A industrialização do Brasil e principalmente da região Sudeste, a partir da década de 1950, é uma das causas da urbanização, considerando que a indústria, por ser uma atividade econômica predominantemente urbana, atrai populações das zonas rurais que estão em busca de emprego.
Os baixos salários, a precária assistência médica-hospitalar e as dificuldades do trabalhador rural e tornar-se proprietário de terra para cultivar, além de fatores naturais como as secas, foram e ainda são algumas das principais causas da migração campo-cidade.
Além disso foi criado o Estatuto do Trabalhador Rural (ETR) que assegurou direitos aos trabalhadores rurais – jornada de 8 horas, salário mínimo, férias, repouso semanal, 13º salário e aviso prévio, no caso de demissão. Com a nova legislação, muitos proprietários rurais dispensaram seus trabalhadores com o argumento de que não teriam condições financeiras para arcar com os encargos sociais. Como grande parte desses trabalhadores que ficaram desempregados morava nas propriedades rurais onde trabalhavam, houve grandes migrações do campo em direção às cidades.
Expulsos do campo, muitos deles passaram a viver precariamente nas periferias das cidades e se transformaram em trabalhadores rurais temporários ou boias-frias. A contratação de mão de obra por tempo determinado se tornou um artifício dos proprietários de terras para evitar os custos impostos por essa legislação.
Se, por um lado, o ETR passou a proteger o trabalhador rural, por outro, favoreceu o intenso êxodo rural, contribuindo assim para a urbanização do Brasil na segunda metade do século XX.
Com crescimento da população urbana, há necessidade de maior número de escolas, professores, hospitais, médicos e de ampliação das redes de água e esgoto, coleta de lixo, transporte urbano e Comércio. O crescimento dos serviços urbanos amplia o mercado de trabalho e, consequentemente, atrai populações rurais que estão em busca de emprego, contribuindo, também, para a urbanização.
A introdução de televisão no Brasil, no início da década de 1950, mostrando o modo de vida urbano, principalmente das grandes cidades, em filmes, telenovelas, documentários, telejornais e etc., despertou entre os jovens do campo o desejo de conhecer e viver a vida retratada nas telas. Essa situação continua ao longo dos anos, também contribuindo para a urbanização brasileira.
atualmente, a maioria da população brasileira é urbana. Porém, durante grande parte da história, a urbanização foi modesta em função da economia brasileira ser basicamente agrária.
A urbanização, portanto, corresponde ao processo demográfico caracterizado pela concentração da população nas cidades e não deve ser confundida com o aumento da área das cidades (crescimento urbano).
As taxas de urbanização são diferentes em cada espaço geográfico, como nas Grandes Regiões do Brasil ou nas unidades da federação.
A urbanização é um acontecimento mundial. Entretanto, ela não ocorre em todos os países na mesma época nem com a mesma velocidade. Aqueles que iniciaram a industrialização nos séculos XVIII e XIX se urbanizaram antes dos que se industrializaram posteriormente, como o Brasil.
Em 1951, no Reino Unido, primeiro país a realizar a Revolução Industrial, 80% da população vive em cidades, e no Brasil, país de industrialização tardia, apenas 36% vivia em cidades em 1950.
Somente a partir das décadas de 1950 e 1960, a população urbana cresceu de forma acelerada no Brasil. Isso ocorreu, principalmente, em virtude da maior industrialização da região Sudeste e do êxodo rural. Esse processo adquiriu grande impulso a partir de 1970, quando a população urbana (56%) ultrapassou a rural (44%) no país. Nas décadas seguintes, o Brasil continuou a se urbanizar muito rapidamente.
Vários foram os motivos que levaram a urbanização brasileira. A industrialização do Brasil e principalmente da região Sudeste, a partir da década de 1950, é uma das causas da urbanização, considerando que a indústria, por ser uma atividade econômica predominantemente urbana, atrai populações das zonas rurais que estão em busca de emprego.
Os baixos salários, a precária assistência médica-hospitalar e as dificuldades do trabalhador rural e tornar-se proprietário de terra para cultivar, além de fatores naturais como as secas, foram e ainda são algumas das principais causas da migração campo-cidade.
Além disso foi criado o Estatuto do Trabalhador Rural (ETR) que assegurou direitos aos trabalhadores rurais – jornada de 8 horas, salário mínimo, férias, repouso semanal, 13º salário e aviso prévio, no caso de demissão. Com a nova legislação, muitos proprietários rurais dispensaram seus trabalhadores com o argumento de que não teriam condições financeiras para arcar com os encargos sociais. Como grande parte desses trabalhadores que ficaram desempregados morava nas propriedades rurais onde trabalhavam, houve grandes migrações do campo em direção às cidades.
Expulsos do campo, muitos deles passaram a viver precariamente nas periferias das cidades e se transformaram em trabalhadores rurais temporários ou boias-frias. A contratação de mão de obra por tempo determinado se tornou um artifício dos proprietários de terras para evitar os custos impostos por essa legislação.
Se, por um lado, o ETR passou a proteger o trabalhador rural, por outro, favoreceu o intenso êxodo rural, contribuindo assim para a urbanização do Brasil na segunda metade do século XX.
Com crescimento da população urbana, há necessidade de maior número de escolas, professores, hospitais, médicos e de ampliação das redes de água e esgoto, coleta de lixo, transporte urbano e Comércio. O crescimento dos serviços urbanos amplia o mercado de trabalho e, consequentemente, atrai populações rurais que estão em busca de emprego, contribuindo, também, para a urbanização.
A introdução de televisão no Brasil, no início da década de 1950, mostrando o modo de vida urbano, principalmente das grandes cidades, em filmes, telenovelas, documentários, telejornais e etc., despertou entre os jovens do campo o desejo de conhecer e viver a vida retratada nas telas. Essa situação continua ao longo dos anos, também contribuindo para a urbanização brasileira.
atualmente, a maioria da população brasileira é urbana. Porém, durante grande parte da história, a urbanização foi modesta em função da economia brasileira ser basicamente agrária.
A LUA - SATÉLITE NATURAL DA TERRA
Lua – Apesar de sua aparente grandeza, a lua é um astro pequeno, com um diâmetro de 3 476 Km, 3,7 vezes menor que o de nosso planeta e uma massa 81 vezes menor. A Lua possui uma superfície perfurada por centenas de meteoritos que a atingiram ao longo de seu passado geológico. Foi alcançado por um vôo tripulado em 1969, quando Neil Armstrong pela primeira vez pisou no solo lunar. Ela gira em torno da Terra e sua órbita faz com que estabeleça, do ponto de vista terrestre, diferentes fases, quando a iluminação de sua superfície muda.
As fases da Lua – são os diferentes aspectos apresentados pela Lua durante o seu movimento de revolução ao redor da Terra. As principais fases são:
• Lua Nova: quando a Lua se encontra entre o Sol e a Terra. É nessa fase que podem ocorrer os eclipses solares, em determinadas condições, que resultam da projeção do cone da sombra da Lua sobre a Terra.
• Lua Crescente ou Quarto Crescente – período que começa 7 dias após a Lua Nova. Nessa fase não ocorrência de eclipses.
• Lua Cheia – período que começa 7 dias após o Quarto Crescente, quando a Lua se encontra em oposição ao Sol. É nessa fase que podem ocorrer, em certas condições, os eclipses lunares que resultam da projeção do cone de sombra da Terra sobre a Lua , ocultando-a total ou parcialmente.
• Lua Minguante ou Quarto Minguante – período que se inicia 7 dias após a Lua Cheia. Nessa fase não há formação de eclipses.
Eclipses – ocultação total ou parcial de um astro, devido a sua colocação em relação ao astro iluminante e ao observador. Para que ocorra os eclipses, é necessário um perfeito alinhamento entre os três astros.
• Eclipses solares – podem ocorrer quando a Lua se encontra na mesma direção do Sol, portanto em conjunção, ou seja, quando temos Lua Nova.
• Eclipses lunares – podem ocorrer quando a Lua está em oposição ao Sol (Lua Cheia).
A Lua exerce influência no comportamento do planeta Terra, sendo o mais importante deles o mecanismo das marés. A maré é provocada pela forma de atração do Sol e principalmente da Lua sobre a água do oceano.
As marés se dividem em alta e baixa e, entre elas, há uma diferença de 6 horas e 12 minutos, elas são mais intensas nas fases de Lua Nova e Cheia.
As fases da Lua – são os diferentes aspectos apresentados pela Lua durante o seu movimento de revolução ao redor da Terra. As principais fases são:
• Lua Nova: quando a Lua se encontra entre o Sol e a Terra. É nessa fase que podem ocorrer os eclipses solares, em determinadas condições, que resultam da projeção do cone da sombra da Lua sobre a Terra.
• Lua Crescente ou Quarto Crescente – período que começa 7 dias após a Lua Nova. Nessa fase não ocorrência de eclipses.
• Lua Cheia – período que começa 7 dias após o Quarto Crescente, quando a Lua se encontra em oposição ao Sol. É nessa fase que podem ocorrer, em certas condições, os eclipses lunares que resultam da projeção do cone de sombra da Terra sobre a Lua , ocultando-a total ou parcialmente.
• Lua Minguante ou Quarto Minguante – período que se inicia 7 dias após a Lua Cheia. Nessa fase não há formação de eclipses.
Eclipses – ocultação total ou parcial de um astro, devido a sua colocação em relação ao astro iluminante e ao observador. Para que ocorra os eclipses, é necessário um perfeito alinhamento entre os três astros.
• Eclipses solares – podem ocorrer quando a Lua se encontra na mesma direção do Sol, portanto em conjunção, ou seja, quando temos Lua Nova.
• Eclipses lunares – podem ocorrer quando a Lua está em oposição ao Sol (Lua Cheia).
A Lua exerce influência no comportamento do planeta Terra, sendo o mais importante deles o mecanismo das marés. A maré é provocada pela forma de atração do Sol e principalmente da Lua sobre a água do oceano.
As marés se dividem em alta e baixa e, entre elas, há uma diferença de 6 horas e 12 minutos, elas são mais intensas nas fases de Lua Nova e Cheia.
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
O MERCADO DE TRABALHO
A forte concorrência, característica marcante do período mais recente da globalização, leva as empresas a buscar a continua renovação das estratégias de produção e comercialização de seus produtos. Ao perseguir esse objetivo, elas adotam novas tecnologias no processo produtivo, aumentando a demanda por trabalhadores criativos e qualificados, com maior nível de escolaridade e capazes de se adaptar constantemente às mudanças em todos os setores de produção: agricultura, indústria, comércio e prestação de serviço.
No entanto, em muitos setores, os trabalhadores têm dificuldade para se manter nos postos de trabalho e conservar a estabilidade de seus rendimentos. Isso acontece porque a remuneração se dá cada vez mais em função da produtividade, e nem sempre os trabalhadores contam com jornadas de trabalho regulares – situação que estabelece as chamadas relações de trabalho flexível, em que a carga horária é menos importante do que a qualidade e a produtividade do trabalho que ele é capaz de realizar.
Na atual fase da globalização, o desemprego é realidade e existem muitas causas para o seu aumento. A inserção das inovações tecnológicas nos processos produtivos tem contribuído para ampliar o aumento do desemprego. A esse tipo de desemprego dá-se o nome de estrutural ou tecnológico, derivado, em grande parte, da substituição da mão de obra pela mecanização, pela automação e pela informatização do processo produtivo. Embora mais presente nos países desenvolvidos, o desemprego estrutural também atingem os demais países.
As dificuldades impostas pelo desemprego estrutural somam-se, ainda, as do desemprego conjuntural ou cíclico, que diz respeito à dispensa de mão de obra durante um certo período – crises econômicas, catástrofes naturais – secas, enchentes, geadas – período em que as demissões são temporárias e os empregos são retomados quando os problemas forem superados.
No entanto, em muitos setores, os trabalhadores têm dificuldade para se manter nos postos de trabalho e conservar a estabilidade de seus rendimentos. Isso acontece porque a remuneração se dá cada vez mais em função da produtividade, e nem sempre os trabalhadores contam com jornadas de trabalho regulares – situação que estabelece as chamadas relações de trabalho flexível, em que a carga horária é menos importante do que a qualidade e a produtividade do trabalho que ele é capaz de realizar.
Na atual fase da globalização, o desemprego é realidade e existem muitas causas para o seu aumento. A inserção das inovações tecnológicas nos processos produtivos tem contribuído para ampliar o aumento do desemprego. A esse tipo de desemprego dá-se o nome de estrutural ou tecnológico, derivado, em grande parte, da substituição da mão de obra pela mecanização, pela automação e pela informatização do processo produtivo. Embora mais presente nos países desenvolvidos, o desemprego estrutural também atingem os demais países.
As dificuldades impostas pelo desemprego estrutural somam-se, ainda, as do desemprego conjuntural ou cíclico, que diz respeito à dispensa de mão de obra durante um certo período – crises econômicas, catástrofes naturais – secas, enchentes, geadas – período em que as demissões são temporárias e os empregos são retomados quando os problemas forem superados.
Assinar:
Postagens (Atom)