segunda-feira, 18 de maio de 2015

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO - UM MUNDO MAIS INTERLIGADO

1. QUAIS FATORES PERMITEM A INVENÇÃO DE TANTOS PRODUTOS E DE NOVAS FONTES DE ENERGIA?
RESP.:
As pesquisas realizadas nas universidades e os investimentos das empresas e Estados na ciência e nas novas pesquisas são os fatores que proporcionam essa evolução.


2. A PARTIR DE QUAL MOMENTO A CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS ENTRE OS PAÍSES SE INTENSIFICARAM?
RESP.:
Essa intensificação da circulação de mercadorias ocorreu a partir da abertura das fronteiras nacionais para a entrada de mercadorias, serviços e capitais e dos avanços tecnológicos.


3. CITE ALGUMAS CONSEQUÊNCIAS POSITIVAS DA REVOLUÇÃO TÉCNICO-CIENTÍFICA?
RESP.:
A revolução técnico científica pode gerar riquezas, ampliar taxas de lucros das empresas, viabilizar a produção de novas mercadorias, facilitar a vida das pessoas e gerar novas atividades e profissões.


4. QUE INDICADORES COMPROVAM O AUMENTO DO COMÉRCIO INTERNACIONAL PÓS SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
RESP.:
O movimento de dólares através das exportações - enquanto em 1950 o comércio de mercadorias movimento 61 bilhões de dólares, em 201o o valor das exportações ultrapassaram os 15 trilhões de dólares.


5. COM A REVOLUÇÃO TÉCNICO CIENTÍFICA, QUAIS FORAM AS MUDANÇAS NO MERCADO DE TRABALHO?
RESP.:
Com a revolução técnico científica surgiu no mercado de trabalho novas profissões, os trabalhadores tem que obter qualificação e dominar novas habilidades e ao mesmo tempo a mão de obra passou a ser substituída por máquinas e sistemas robotizados.


6. A PARTIR DA TERCEIRA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL QUE FATORES POSSIBILITOU O AUMENTO DA PRODUTIVIDADE?
RESP.:
O aumento da produtividade foi possibilitada pela aplicação de diversas tecnologias ligadas a informática, as telecomunicações e a microeletrônica nas atividades econômicas.


7. DIGA, QUAIS CONSEQUÊNCIAS OS PAÍSES COM PROBLEMAS SÓCIO-ECONÔMICOS PODEM ENFRENTAR?
RESP.:
Nesses países podem ocorrer a eliminação de milhares de postos de trabalho, levando aumento dos índices de desemprego em consequência da mecanização e robotização das linhas de produção.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

UM MUNDO MAIS INTERLIGADO

Desde o período pós – Segunda Guerra Mundial o comércio internacional vem crescendo num ritmo bastante acelerado. Enquanto em 1950 o comércio de mercadorias entre países movimentou 61 bilhões de dólares, em 2010 o valor das exportações mundiais superou os 15 trilhões de dólares pela primeira vez. Mas esse é apenas um aspecto que caracteriza o momento atual do desenvolvimento capitalista, iniciado após a Segunda Guerra e intensificado a partir dos anos 1970 e 1980, com a Terceira Revolução Industrial ou revolução técnico-científica.
Esta nova fase do capitalismo mundial está relacionada ao desenvolvimento da eletrônica e das tecnologias da informação que agilizaram e tornaram os negócios possíveis de ser realizados em qualquer lugar do planeta a partir de um centro de decisão.
Foi principalmente a partir dos anos 1970 que os fluxos (circulação) de mercadorias, capitais e informações entre os países aumentaram significativamente. Esse fenômeno foi consequência , em parte, da abertura das fronteiras nacionais para a entrada de mercadorias, serviços e capitais (investimentos estrangeiros) e dos avanços tecnológicos.
A aplicação de diversas tecnologias ligadas à informática, às telecomunicações e à microeletrônica nas atividades econômicas possibilita às empresas o aumento da produtividade. Outros fatores que marcaram a revolução técnico-científica são a engenharia genética, o desenvolvimento da microeletrônica e a utilização da energia nuclear em larga escala em alguns países.
Com a revolução técnico-cientifíca surgem novas profissões que dependem de trabalhadores qualificados e que dominam novas habilidades. Ao mesmo tempo, a modernização, em vários setores de atividades, elimina muitos postos de trabalho, pois a mão de obra é substituída por máquinas ou sistemas informatizados.
A revolução técnico-científica, movida pelo aumento de produtividade, pode gerar riquezas, ampliar taxas de lucros de empresas, viabilizar a produção de novas mercadorias, facilitar a vida de muitas pessoas e possibilitar a criação de novas atividades e profissões. No entanto, ela também traz novas exigências em termos de qualificação profissional. Se as condições socioeconômicas do país não forem estáveis, a eliminação de milhares de postos de trabalho pode contribuir para a elevação dos índices de desemprego.

A REGIONALIZAÇÃO E AS DIVISÕES REGIONAIS NO BRASIL

Para regionalizar, costuma-se dividir o espaço geográfico em partes, de acordo com um ou mais critérios. Determinadas áreas da superfície terrestre apresentam características naturais, históricas, culturais, sociais e econômicas que estão relacionadas entre si. Cada área dessas podemos denominar região.
A regionalização é uma forma de descentralizar a administração para melhor planejar as ações políticas e também para facilitar a pesquisa e a coleta de dados sobre o território.
Há diversos formas de regionalizar o espaço geográfico mundial. Pode-se, por exemplo, dividi-lo com base nos continentes: América, Ásia, Europa, África, Oceania e Antártida; ou a partir dos níveis de desenvolvimento econômico e social dos países: desenvolvidos e subdesenvolvidos.
Assim, a regionalização é a divisão do espaço geográfico em regiões, em partes menores, de aspectos naturais, culturais e socioeconômicos comuns. Nessa divisão não há exclusão das interações com todas as demais regiões.
A primeira divisão regional oficial do Brasil foi estabelecida em 1942 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Desde então, diferentes classificações foram elaboradas pelo IBGE, inicialmente adotando como critério os aspectos naturais (regiões naturais) e, posteriormente , critérios geoeconômicos.
Todas as regionalizações realizadas pelo IBGE foram feitas de modo a agrupar as unidades federativas, ou seja, os 26 atuais estados brasileiros e o Distrito Federal, que, juntos, formam a República Federativa do Brasil.
O mapa ao lado mostra a atual divisão regional estabelecida pelo IBGE. Os limites de cada uma das macrorregiões acompanham as divisas entre os estados.
Em 1964, o geógrafo Pedro Pinchas Geiger estabeleceu outra forma de divisão regional do Brasil. Nesse modelo, que não é oficial, o espaço geográfico brasileiro está dividido em três áreas bastante extensas, denominadas complexos regionais: Amazônia, Nordeste e Centro-Sul.
A divisão em três complexos regionais é uma classificação que leva em conta a formação histórico-econômica do país. Considera também a recente modernização econômica que ocorreu no espaço urbano e estabeleceu novas formas de vínculo entre lugares do território brasileiro , além de criar uma nova dinâmica de relações entre a sociedade e a natureza. Assim, essa classificação permite entender melhor como o espaço geográfico brasileiro está organizado.
Entendemos, porém, que essa classificação apresenta um problema. Ela não permite a utilização dos dados estatísticos do IBGE de forma integral, pois eles estão agrupados conforme as cinco macrorregiões.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

AULA EXPOSITIVA - DESCOBRINDO O BRASIL

DESCOBRINDO O BRASIL

O Brasil é um dos países, dos quase 200, que existem no nosso planeta. Ele ocupa grande parte do continente sul-americano, fazendo fronteira com quase todos os demais países, exceto com o Equador e o Chile. O país tem uma longa costa no sentido norte-sul com o Oceano Atlântico, permitindo um contato bastante intenso com todos os demais continentes.
Além disso, comparando o Brasil com outros países, ele é um dos maiores do mundo – na verdade, ele só está atrás de Rússia, Canadá, China e Estados Unidos, sendo, portanto, o 5º maior país em extensão territorial do mundo.
Essas dimensões quase continentais (8.514.876,6 Km²) apresentam pontos positivos – possibilidade de maiores recursos naturais, diferenciação climática, maior área para ser ocupada – mas também apresentam alguns problemas – grandes distâncias internas para promover a integração, dificuldade para implantar um sistema de transporte, problemas para administrar com eficácia todas as área do território, etc.
A maior parte do Brasil, em relação ao Equador, está situada no hemisfério Sul (5º16’ de latitude norte a 33º47’ de latitude Sul. Em relação ao Meridiano de Greenwich, todo o território localiza-se no hemisfério Ocidental (34º47’ de longitude Oeste a 73º59’ de longitude Oeste.
O Brasil faz fronteiras com dez dos demais países que formam a América do Sul. Apenas Chile e Equador não têm limites com o território brasileiro.

República Federativa do Brasil

Pela grande extensão e a grande variedade de aspectos físicos (naturais) e sociais, a forma de governo adotada pelo Brasil foi a República Federativa.
A República pressupõe um governo que atenda às necessidades de todos (povo) igualmente, ou seja, as suas características próprias, uma autonomia frente aos governo central. Assim, quando observamos o Estado Brasileiro, falamos da organização política geral, ou seja, da União, que tem como lei maior a Constituição Brasileira e que deve ser seguida por todos. Porém, há uma divisão do país em Estados-membros, ou seja, há unidades menores que podem adequar a Constituição segundo suas necessidades , sejam eles econômicas, sociais, naturais etc – assim, cada Estado-membro pode ter leis próprias, desde que não contrarie as leis fundamentais da União (ou Estado).
Assim, o Brasil está dividido em 27 unidades menores: são 26 Estados-membros e um Distrito Federal.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO - A GRANDE CRISE DO CAPITALISMO


1. COMO FOI DENOMINADO O DIA DA QUEBRA DA BOLSA DE VALORES DE NOVA YORK? JUSTIFIQUE.
RESP.: O diaem que ocorreu a grande crise do capitalismo mundial ficou conhecido como a Quinta-Feira Negra.


2. QUAIS AS MEDIDAS ADOTADAS PELOS PAÍSES INDUSTRIALIZADOS PARA EVITAR CRISES COMO A DE 1929?
RESP.: Os países industrializados passaram a adotar a participação do Estado no planejamento global do sistema produtivo e adotou uma melhor divisão da renda para ampliar o mercado consumidor.


3. CITE O PERÍODO DA PRIMEIRA GRANDE GUERRA MUNDIAL
RESP.: A Primeira Grande Guerra Mundial ocorreu no período que vai de 1914 a 1918.


4. DIGA, O QUE ACARRETOU A CRISE DE 1929?
RESP.: O grande capital investido nas empresas, que gerou um excesso produtivo, não acompanhado pelo consumo, foi o que acarretou a crise de 1929.


PESQUISE NA WEB E EXPLIQUE O QUE É UMA BOLSA DE VALORES.
RESP.: O aluno poderia responder que o termo bolsa de valores refere-se ao ambiente onde são realizados negócios envolvendo ações, títulos de renda fixa, títulos públicos federais, moedas, commodities agropecuárias e diversos tipos de derivativos financeiros, como as opções de compra e venda de ações e os contratos futuros. (resposta pessoal).

quinta-feira, 2 de abril de 2015

A GRANDE CRISE DE 1929

No início do século XX, a Bolsa de Valores de Nova York era o principal centro de investimento internacional. O volume de negócios realizados diariamente deixava a impressão de que nada mais poderia deter o ritmo acelerado do desenvolvimento capitalista. Mas o capital investido nas empresas gerou um excedente na produção que não foi acompanhado pelo crescimento do consumo.
Essa situação – superprodução e ausência de consumidores com capacidade para absorvê-la – ocasionou a grande crise de 1929. Em outubro, o valor das ações começa a cair e, no dia 24 a bolsa sofreu a maior queda da história, esse dia ficou denominado a "Quinta-Feira Negra".
Entre 24 e 29 de outubro, milhares de ações viraram pó, e os efeitos da crise foram sentidos no mundo inteiro.
As fábricas, não tendo como vender as suas mercadorias , praticamente paralisaram as atividades. A produção agrícola, também excessiva, não encontrava compradores. Muitos trabalhadores perderam seus empregos , retraindo ainda mais o mercado de consumo, e aqueles que viviam exclusivamente dos investimentos nas Bolsas de Valores (compra e venda de ações) viram seus títulos transformarem-se praticamente em papeis sem valor.
O período seguinte à crise de 1929, culminou em 12 anos da Grande Depressão dos anos 1930, afetou todos os países ocidentais industrializados. Isso obrigou os governos dos países a repensarem suas políticas econômicas. Como a superprodução havia sido a principal razão da crise de 1929, os países industrializados tomaram duas medidas básicas. Uma delas foi a participação do Estado no planejamento global da produção , tendo em vista a adequação entre a quantidade de mercadorias produzidas e o tamanho do mercado. A outra medida apoio-se na necessidade de uma melhor distribuição da renda, com o objetivo de ampliar o mercado de consumo.